Promessa não Cumprida: PoliclĂ­nica da Segurança PĂșblica prometida hĂĄ sete meses pelo governador João Azevedo ainda não saiu do papel

Por Redação - Além do Fato em 30/10/2023 às 12:09:25

HĂĄ sete meses, o governador João Azevedo anunciou a criação da PoliclĂ­nica Integrada da Segurança PĂșblica (Poinsp), um projeto ambicioso destinado a atender as necessidades de saĂșde bĂĄsica e especializada dos policiais e seus familiares. No entanto, a promessa de uma policlĂ­nica moderna e eficiente em João Pessoa ainda não saiu do papel, deixando a comunidade de segurança pĂșblica da ParaĂ­ba à espera.

O prédio designado para abrigar essa unidade de saĂșde, localizado na Rua Borja Peregrino, 210, no bairro da Torre, na capital do estado, permanece fechado e sem nenhum sinal visĂ­vel do inĂ­cio das obras de reforma. A PoliclĂ­nica da Segurança PĂșblica foi apresentada como uma compensação pela perda do controle do Hospital Edson Ramalho, que deixou de ser administrado pela PolĂ­cia Militar da ParaĂ­ba, passando para a gestão da Fundação PB SaĂșde.

Na época do anĂșncio, o governador João Azevedo assegurou que a Poinsp seria entregue "nos próximos dias", demonstrando a importĂąncia de oferecer serviços de atenção bĂĄsica e especializada aos membros das forças de segurança estadual e suas famĂ­lias.

Recentemente, a situação de abandono do edifĂ­cio chamou a atenção dos presidentes do Clube dos Oficiais, coronel Francisco de Assis, e da Associação dos Inativos, coronel Maquir Cordeiro, que se dirigiram ao local para verificar o andamento das obras. A constatação de que nada avançou desde o anĂșncio da Poinsp deixou a comunidade de segurança pĂșblica da ParaĂ­ba apreensiva e frustrada.

A ausĂȘncia de progresso na criação da PoliclĂ­nica Integrada da Segurança PĂșblica lança dĂșvidas sobre o compromisso do governo em cumprir suas promessas e proporcionar cuidados de saĂșde adequados aos policiais e seus entes queridos.





O *prédio* designado para abrigar essa unidade de saĂșde, localizado na Rua Borja Peregrino, 210, no bairro da *Torre*, permanece *fechado* e sem nenhum sinal visĂ­vel do inĂ­cio das *obras* de reforma.


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