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Governo da PB articula aprovação de projeto do Plano de Cargos e Carreiras que foi rejeitado pelos professores do estado

Por Redação - Além do Fato em 29/06/2022 às 18:24:51

Representantes da educação recusaram o PCCR por não atender a pedidos como: flexibilização da jornada de trabalho para o professor das escolas integrais, mudança do nível horizontal de 7 para 11 níveis, e mudança do tempo de passagem de nível de 5 para 3 anos.

A categoria, que promete novas mobilizações, também pediu aumento do percentual da mudança de classe vertical (especialização, mestrado e doutorado); equiparação salarial entre professores efetivos e contratados, e seleção a cada 2 anos para a contratação de professores como forma de acabar com o loteamento político nas escolas, totalizando 16 pontos que não foram respeitados. A categoria também pediu ao governo João Azevêdo medidas como equiparação salarial entre professores efetivos e contratados, e seleção a cada 2 anos para a contratação de docentes.

Apesar disso, o governador João Azevêdo (PSB) realizou uma articulação com sua base na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) para aprovar uma Medida Provisória (MP), para revisar o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) do magistério paraibano.


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