Presidente recebe atletas olímpicos e paralímpicos no Palácio

Por Hagnon Halberto em 06/10/2021 às 20:11:02

O presidente da República Jair Bolsonaro recebeu atletas olímpicos e paralímpicos que participaram dos jogos de Tóquio - Valter Campanato/Agência Brasil

"Quero dizer, finalmente, para vocês, que cada vez que l√°, do outro lado mundo, entre aquelas três bandeiras, subia uma verde e amarela, era uma vibra√ß√£o enorme aqui. Muito obrigado a todos vocês por esses momentos de satisfa√ß√£o e alegria que vocês proporcionaram a todos nós brasileiros.

Dos 302 atletas olímpicos, 242 recebiam o Bolsa Atleta, o que representa cerca de 80% da delega√ß√£o. Criado em 2005 pelo governo federal, o Bolsa Atleta é considerado um dos maiores programas de patrocínio individual de atletas do mundo. Em 18 das 33 modalidades que o Brasil disputou nos Jogos de Jap√£o, 100% dos atletas eram bolsistas do programa.

"Pelo menos pra mim, o Bolsa Atleta foi crucial nesses últimos 5 anos, onde, depois da Olimpíada do Rio, eu perdi absolutamente todos os patrocínios que eu tinha. Hoje eu sou medalhista olímpico, mas eu j√° passei por algumas situa√ß√Ķes onde num domingo você t√° nadando uma final olímpica, e numa segunda-feira você n√£o tem mais nada entrando. Ent√£o, o Bolsa Atleta é o que segura a gente nesses momentos também. E é que o te d√° tranquilidade, porque você sabe que est√° l√° por você. Você tem o lastro do governo federal do Brasil te ajudando", afirmou o nadador Bruno Fratus, medalhista de bronze em Tóquio, nos 50 metros nado livre, em depoimento exibido durante a cerimônia.

J√° em rela√ß√£o aos Jogos Paralímpicos, dos 236 atletas em Tóquio, 226 (95,7%) eram bolsistas do programa. Para Vinícius Rodrigues, medalha de prata nos 100m T63, para pessoas com deficiência nos membros inferiores e superiores, o apoio também foi fundamental.

"Quando eu consegui o Bolsa Atleta eu consegui melhorar minhas performances, consegui investir mais em mim. E, depois desse ano atípico, com o corona, aquela incerteza de saber o que vai acontecer, a gente n√£o tinha competi√ß√£o, n√£o tinha nada. E o que me segurou foi o Bolsa Atleta", afirmou em depoimento exibido na cerimônia.

"Se nós seguirmos com esse desenvolvimento sistêmico, com o programa de capacita√ß√£o dos professores, e com as escolinhas de esportes, em 2040 o Brasil vai brigar de igual pra igual com a China nos Jogos Paralímpicos", afirmou Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, participa da cerimônia de recep√ß√£o aos atletas olímpicos e paralímpicos que participaram da Olimpíada de Tóquio no Pal√°cio do Planalto

Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro - Valter Campanato/Agência Brasil

Fonte: Agencia Brasil

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